É natural a mamãe desejar ficar ao lado do seu bebê após o nascimento. Com a rotina do dia a dia, não dá para ficar parada e, para isso, é necessário alguns cuidados básicos na hora de cuidar do filho. Pensando nisso, o sling (ou “canguru”) foi criado especialmente para selar o relacionamento mamãe-bebê com muito amor. Feito de tecido, ele serve como um porta-bebê envolvendo a criança para bem pertinho do corpo da mãe, dando a segurança e carinho necessários durante esta fase.
Usar o sling requer alguns cuidados importantes, como por exemplo, a indicação de uso, recomendada para crianças a partir do quarto mês até o primeiro ano de idade. Antes disso é extremamente perigoso, pois o bebê não tem sustentação do pescoço e cabeça e até interferir nas vias aéreas que podem ser obstruídas pelo tecido.
Na hora de ajustá-lo, preste atenção ao comprimento. O sling deve ficar acima da linha do quadril para garantir mobilidade e equilíbrio. Como o bebê tem um metabolismo mais rápido, fica envolvido no tecido e ainda próximo ao seu corpo, o sling pode fazer com que ele sinta muito calor. Se seu filho estiver transpirando demais, tire-o dali. Outra dica é escolher um tecido de algodão.
Não use por muito tempo porque o peso da criança está distribuído em apenas um dos ombros, o que pode causar dores musculares – por isso, troque o produto de lado de vez em quando para não sobrecarregar apenas um dos ombros. Já a posição em que a criança fica força os quadris e as costas, provocando desconforto nela.
Com informações da revista Crescer.
tia era alguma coisa assim q a sra viu ontem Doralice Braga